terça-feira, 31 de maio de 2011

A PERGUNDA DE ALICE

Na superficialidade da aceleração fazer perguntas é algo que muitas vezes não tem lugar. Queremos explicações apenas, mas não refletimos sobre elas. Assim as atitudes impensadas vão acontecendo nos automatismos condicionantes do cotidiano, gerando frustrações e desapontamentos, até que em algum momento, diante dos desafios, somos obrigados a parar e fazer perguntas para tentar entender o que está acontecendo e encontrar caminhos. Porém se não soubermos o que queremos, continuamos repetindo fórmulas e consumindo idéias e produtos completamente desconectados e sem sentido algum. Aqui uma lembrança aparece no cenário de minhas reflexões, quando Alice, de Lewis Carol, ao se ver em um lugar desconhecido perguntou: "Como eu saio daqui? ao que o gato respondeu:"depende para onde você quer ir." Em nossa vida será que dedicamos algum tempo para perguntar para onde queremos ir? quais são os valores que norteiam a minha tragetória? que direções quero dar à minha vida? em base a que? qual o sentido da minha existência? Sem saber para onde direcionar a nossa existência, continuaremos capturados pelas forças sociais, abdicando da nossa preciosa liberdade. Pense nisto.
Abraços ****
Vivi

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