terça-feira, 6 de dezembro de 2011

A FORÇA DOS ENCONTROS

Nós pessoas, humanas, vivas, vivemos e convivemos com outras pessoas nos encontros, que acontecem na diversidade dos territórios, das linguagens, dos modos de ser e estar nos ambientes. No mar da convivência, afetamos e somos afetados pela força dos encontros. São histórias dentro de histórias, que constroem narrativas, que se modificam ao longo do tempo, na produção de políticas, organizações, conhecimento, modas e modos das pessoas se apresentarem e se conduzirem nas relações, do pessoal ao coletivo. Embora muitas vezes imperceptíveis, os encontros tem força e força transformativa, que pode em alguns casos, alterar a condução das histórias, o enredo final das representações dentro do teatro da vida. Distante da presença atenciosa nos encontros, as pessoas são capturadas pelas forças políticas contemporâneas, de mercado capitalista, sendo conduzidas como produto, como mais uma mercadoria, à revelia de sua vontade. São forças que afetam seus corpos, seus gestos, seus discursos e suas respostas, nos cenários relacionais. Estar atento aos encontros, à qualidade dos encontros, saber sustentar discernimento e bom senso na presença dos acontecimentos, fazendo escolhas formativas agregadoras que viabilizem o livre pulso da vida, é um processo ético, educacional e político.
Abraços ****
Vivi

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