sexta-feira, 5 de agosto de 2011

MEDITAÇÃO – UMA PRÁTICA

O sofrimento é um profundo estado de insatisfação, talvez associado à dor física, mas antes de tudo é uma experiência do espírito. Diferentes pessoas percebem diferentemente as mesmas coisas, sejam elas agradáveis ou desagradáveis.
A meditação como um caminho de auto-educação, de conhecimento de si, está a serviço da transformação, voltada para a construção de uma vida mais criativa e livre de condicionamentos.
O que define alguém é a sua capacidade de compreensão, de discernimento, de lucidez no cultivo da compaixão e não os fundamentos teóricos que possa ser capaz de dominar.
Meditar é experienciar, é vivenciar e revelar nas ações da existência um estado de atenção, a partir de escolhas que engrandeçam a vida pessoal e relacional em todas as dimensões. É um instrumento para agir no mundo, no sentido de tornar a existência mais digna de ser vivida.
A prática meditativa favorece uma reorganização psíquica que testemunha uma transformação no modo como o sujeito se posiciona frente a seus desejos, a seus ideais e às expectativas que incidem sobre ele.
Educar a mente, aprendendo a “gerenciar” a angústia, a ansiedade e os pensamentos, evitando os efeitos negativos do stress, são apenas algumas das possibilidades da via meditativa.
A prática meditativa pode ser uma fonte restauradora da harmonia interna, ajudando na prevenção de males psíco-fisiológicos, favorecendo a qualidade de vida num processo de construção da paz interior.
Praticada com regularidade, cinco minutos apenas, a meditação permite à pessoa viver em paz consigo mesma e com os outros, oferecendo meios competentes para atuar no cotidiano da vida.
Abraços****

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