segunda-feira, 28 de novembro de 2011

IMPERMANÊNCIA

Tudo que vive está em constante mutação. O vivo tem em si a mudança, que experimentamos momento a momento. Neste cenário, algumas mudanças são tão rápidas que causam um tremendo espando, trazendo com elas um certo constrangimento, um desapontamento que pode até paralizar. Como são tantas as mudanças, poderemos perguntar de que mudança? Biológiva, psicológica, social, estrutural. Trazendo para o plano do urbanismo, quem não experimentou uma sensação de espanto ao passar por uma determinada rua e verificar que aquela rua já não é mais a rua de ontem! Tudo mudou! As casas, foram derrubadas e a configuração já é completamente outra, fruto da urgência do capitalismo. Para o bem ou para o mal, fato é que tudo muda e cabe aqui a pergunta: como tenho eu lidado com as mudanças? Resisto ou absorvo? Como as mudanças reverberam em minha alma? O que o meu corpo fala quando está diante das mudanças? Envelhecer é mudar? Como converso com o envelhecimento numa sociedade onde os padrões de estética são altamente valorizados? Mais que pensar, refletir e discernir é fundamental.
Abraços ****
Vivi

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