quinta-feira, 2 de agosto de 2012

MAIS MEDITAÇÃO...



Seja por modismo ou por evidências apresentadas pelas pesquisas científicas provenientes de inúmeras universidades brasileiras e estrangeiras, fato é que a meditação tem sido vista de forma promissora tanto pela comunidade científica quanto pelas pessoas de modo geral. Uma das áreas de pesquisa em neurociência voltada aos efeitos da prática meditativa é a psiconeuroimunologia, onde pesquisadores notaram que a meditação fortalece o sistema imunológico seja nos indivíduos saudáveis, como naqueles que apresentam alguma enfermidade, atuando como reforço do sistema de defesa frente aos agentes estressores. Sabe-se que o estresse enfraquece o sistema imune pela ação do eixo hipotalâmico-pituitário-adrenal (HPA), induzindo a síntese de cortisol. As pesquisas tem mostrado que a prática regular da meditação, com foco atencional sustentado, provoca uma série de modificações neuroquímicas e funcionais no cérebro, inclusive alterações morfológicas em estruturas cerebrais específicas, como o aumento da espessura da massa cinzenta, região do córtex relacionada à atenção e ao controle do sistema nervoso autônomo. São áreas situadas no córtex frontal, responsáveis pela percepção de estados internos e processamento de emoções e pela integração cognição-emoção.  Segundo artigo apresentado pela revista Ciência Hoje “ as regiões pré-frontais do córtex são as que apresentam maior redução em decorrência da idade, por ser mais vulneráveis aos efeitos do envelhecimento e a prática da meditação pode representar um valioso mecanismo de neuroproteção.” Diante de todos estes fatores, a prática regular da meditação na plena atenção, pode contribuir efetivamente para a saúde do corpo e da mente. Hoje já não se tem dúvidas!
Abraços ****
Vivi

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